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No Dia Internacional Contra a LGBTfobia, é preciso saber como lutar contra o preconceito na sociedade, até mesmo por parte de pessoas heterossexuais

No dia 17 de maio, é celebrado o Dia Internacional Contra a LGBTfobia , em homenagem à luta contra o preconceito que a comunidade LGBT vivencia. A data marca o dia em que, em 1990, ocorreu a retirada da homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS), algo que foi comemorado ao redor do mundo.

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O dia 17 de maio celebra o Dia Internacional Contra a LGBTfobia, assim, é preciso saber como acabar com o preconceito
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O dia 17 de maio celebra o Dia Internacional Contra a LGBTfobia, assim, é preciso saber como acabar com o preconceito


No entanto, como a comunidade é uma minoria, ainda são precisos aliados e muito apoio para que a luta seja bem sucedida, ou seja, pessoas que não são LGBT também podem – e devem – ajudar, principalmente familiares e amigos. Mas afinal, como uma pessoa hétero pode participar e apoiar a luta contra a LGBTfobia ?

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1. Conversar e entender

Em primeiro lugar, é preciso conversar com alguém LGBT para poder entender o cotidiano da pessoa, as vivências e o preconceito, para também entender que eles são tão “normais” quanto pessoas heterossexuais. Seja uma pessoa conhecida sua ou não, é preciso deixar claro, com todo o respeito, que você está tentando entender essa realidade diferente da sua.

2. Repensar conceitos

A partir da conversa, é necessário repensar muitos preconceitos naturalizados ao longo da vida. Sendo assim, muitos nomes e termos utilizados podem ser ressignificados e perder sentido, por exemplo.

3. Manifestar-se diante de cena de preconceito contra LGBTs

Seja em forma de violência ou de preconceito velado, as pessoas LGBT passam por diversas situações sozinhas. Por isso, se você presenciar algum tipo de preconceito, é recomendado que se manifeste para que não ocorra algo pior e a pessoa queer também se sinta apoiada.

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4. Manifestar-se diante de LGBTfobia

Mesmo em uma situação de preconceito sem LGBTs presentes, você também pode defender a comunidade. Isso colabora para que outras pessoas heterossexuais não reproduzam ideias, falas e atitudes preconceituosas, que colaboram para a LGBTfobia de forma estrutural.

5. Apoiar a causa da forma possível

É possível apoiar a causa de várias formas, desde fazendo doações a ONGs beneficentes envolvidas com a causa até assinar algum projeto para que seja reconhecido legalmente, por exemplo, algo que ajuda a vida das pessoas.

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O que familiares podem fazer em específico?

A família tende a ser uma parte fundamental da vida de um LGBT, seja para melhor ou para pior, já que a pessoa pode sofrer opressão na rua e em casa também. Por isso, é fundamental que a casa seja um lugar seguro para a pessoa queer poder ser quem é e poder também desabafar, diante de um mundo hostil.

Se necessário, a assistência psicológica pode ser essencial também para que a pessoa consiga superar a LGBTfobia que sofre no cotidiano, sempre mantendo o canal do diálogo aberto e priorizando o respeito, o carinho e o amor.

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