Tamanho do texto

Quem passa pelo evento pode tirar dúvidas sobre nome social e receber informações sobre campanhas de conscientização

Quem passa pela 16ª Feira Cultural LGBT pode entrar em uma das tendas de orientações montadas pela Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual (CPDS), órgão ligado à Casa Civil do governo, em parceria com a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.

Entre os serviços, está um tira-dúvidas sobre o Registro de Ocorrência (RDO) - que passa a aceitar o nome social do individuo e a motivação do delito podendo ser tipificado como homofobia ou transfobia - e a campanha "Seja um Agente de Mudança", para divulgar e sensibilizar funcionários da Secretaria de Administração Penitenciária, em especial aos agentes de segurança e corpo técnico, para a resolução que dispõe sobre a atenção as travestis, mulheres transexuais e homens trans presas(os). A tenda funciona das 10h às 18h.

Já o Museu da Diversidade Sexual, que fica na Praça da República, a poucos metros de onde ocorrerá a 20ª Parada do Orgulho LGBT, também recebe os visitantes. O primeiro espaço da América Latina dedicado ao tema guarda a memória e estudos da diversidade sexual.

“Quero destacar a importância desta feira, promove a diversidade, divulga a lei que promulgamos há 15 anos, que penaliza a discriminação. São Paulo é terra da diversidade, São Paulo é terra da inclusão, São Paulo é terra que recebe a todos. É uma miscigenação de raças, credos e pensamentos. Não é terra da intolerância”, afirmou o governador Geraldo Alckmin durante visita ao evento nesta quinta-feira.

Na feira, ainda serão distribuídos cartazes, folders e camisetas para divulgar a Lei Estadual nº 10.948/01, que penaliza prática de discriminação em razão de orientação sexual e/ou identidade de gênero.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.