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No dia do rock, conheça os roqueiros e roqueiras que revolucionaram os costumes nas últimas seis décadas

Freddie Mercury, ex-vocalista do Queen
Divulgação
Freddie Mercury, ex-vocalista do Queen

No começo da década 50, o rock surgiu como um gênero musical das minorias, mais especificamente das que viviam nos subúrbios das grandes cidades dos Estados Unidos. De lá, o ritmo se espalhou rapidamente pelo resto do mundo, fazendo brancos e negros ouvirem a mesma música, o que até então era pouco comum.

Ao longo das décadas seguintes, a diversidade sexual foi se tornando um tema importante em suas músicas. Pelo caminho aberto por Elvis Presley, passaram Beatles e Rolling Stones, nos 60. Anos mais tarde, seria a vez de David Bowie colocar definitivamente a androginia e a bissexualidade no centro do palco, com seu famoso alter ego Ziggy Stardust.

Mas o primeiro grande ídolo gay do rock surgiu na década de 70, com a chegada de Freddie Mercury, o líder do lendário grupo Queen. Arrojadado como artista, com forte presença de palco e figurinos ousados, ele brilhava subvertendo o papel do vocalista machão.

Apesar dos rumores na imprensa e dos seus conhecidos relacionamentos com homens durante toda a sua vida, Freddie só revelou sua bissexualidade em 1991, um dia antes de sua morte, em 24 de novembro daquele ano. Na ocasião, ele estava com o cabelereiro Jim Hutton, com quem teve um relacionamento por seis anos.

Dentre os inúmeros sucessos do Queen, está a canção “I Want To Brake Free”. Que apesar de falar sobre liberação feminina, sempre foi vista como hino gay, por mostrar Freddie vestido como uma dona de casa entediada, no melhor estilo crossdresser.

No dia internacional do rock, conheça os ídolos roqueiros gays:

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