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Cantora vai apresentar seus principais sucessos no espetáculo que vai dar o pontapé inicial da parada 2013, que acontece na orla de Copacabana no próximo domingo (13)

A cantora Alcione dá início nesta terça-feira (08) a semana da 18ª Parada do Orgulho LGBT do Rio de Janeiro, com um show gratuito no Club Municipal da Tijuca, a partir das 20h. Amada pelo público gay e imitada por travestis e drag queens, a Marrom promete uma seleção de hits para o espetáculo, sucessos como “Estranha Loucura” e “Meu Ébano”.

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“Eu sempre apoio qualquer causa LGBT. Se me chamarem, eu vou. Essas pessoas fazem parte da minha vida, da minha carreira e da minha história e não tem como eu deixá-las de lado em nenhum momento”, afirma Alcione, falando sobre o seu carinho por esse público.

Além de Alcione, a noite também vai contar com apresentações da cantora Alexxa - que fez sucesso com a canção “Give It To Me”, da drag queen Sarah Stevens  e dos professores de dança  Wellinton Lopes e Veluma. 

Cartaz da Parada Gay do Rio de Janeiro
Divulgação
Cartaz da Parada Gay do Rio de Janeiro

Com o tema “Somos Milhões de Vozes”,  a Parada do Orgulho LGBT do Rio deste ano terá início às 13h do próximo domingo (13), na orla da praia de Copocabana.

A expectativa dos organizadores é atrair um milhão de pessoas para o evento, organizado pelo Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT e Instituto Arco-Íris.  11 trios elétricos vão animar a festa da diversidade. 

O Presidente do Grupo Arco-Íris Julio Moreira  diz que a parada deste ano vai lembrar os principais avanços nos direitos LGBT, como a conquista do casamento civil, mas também apontar a ainda alta incidência de crimes de homofobia no Brasil, que fez 4850 vítimas de violência no ano passado.  

“Hoje, vivemos num cenário de ameaça, de recrudescimento de importantes conquistas de direitos de LGBTs por conta, principalmente, do conservadorismo do legislativo e do crescimento do fundamentalismo religioso. Precisamos mostrar que não estamos sozinhos, que somos milhões de vozes e com poder de influenciar a política brasileira para transformar essa realidade. Estar domingo em Copacabana é acordar e fazer algo para essa mudança”, defende Moreira.  



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