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Levantamento revelou ainda que 2 milhões de imagens são compartilhadas diariamente no app gay de encontros

O já famoso aplicativo de encontros gays Grindr completou nesta semana quatro anos de existência. Para marcar a data, a empresa divulgou uma pesquisa que revela dados dos seus usuários. Como a informação de que diariamente são compartilhados 7 milhões de mensagens e 2 milhões de imagens por eles.

Exemplos de telas do aplicativo gay de encontros Grindr, que já tem 6 milhões de usuários
Divulgação
Exemplos de telas do aplicativo gay de encontros Grindr, que já tem 6 milhões de usuários

Outro dado confirma a fama de desinibição dos fãs do app com características de rede social. Segundo o levantamento, 70% deles não se incomodam de compartilhar a intimidade e informações pessoais.

Veja também: Fuja de ciladas na hora de se encontrar com alguém do Grindr

Um número maior de usuários não se importa com o fato de sua localização estar disponível no app. 92% dos pesquisados se dizem confortáveis e seguros com esta situação.

No Grindr, que funciona em smartphones com sistema iOS, Android e Blackberry, o usuário cadastrado pode encontrar, via GPS, o perfil de até 100 homens ao seu redor que estão interessados em encontros.

Nesta mesma pesquisa, o Grindr revelou que já tem 6 milhões de usuários em 192 países. Só nos últimos dois meses, 2,5 milhões de homens aderiram ao aplicativo. 

Em entrevista recente ao iGay , o criador do Grindr, o israelense Joel Simkhai contou que o Brasil estava na oitava posição no ranking do países que mais usam o app. “Mais de 130 mil pessoas já usam o aplicativo no país, sendo São Paulo a cidade com o maior número de usuários, seguida pelo Rio de Janeiro. O número de brasileiros no Grindr dobrou em um ano e continua crescendo”, revelou Joel.

Na ocasião, ele também contou como teve a ideia de criar o aplicativo. “Como gay, sempre foi um desafio conhecer outros homens. Você olha para alguém e deduz se é gay ou não, mas nunca tem certeza. Procurei uma solução para saber quem era semelhante a mim ao meu redor, utilizando o celular”, explicou.

Clique aqui e veja entrevista completa com Joel Simkhai. 

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