Pensando em fazer uma maratona no fim de semana? Então chame os amigos, prepare a pipoca e reserve a caixa de lencinhos

Tem dias que a gente está com muitas lágrimas acumuladas e precisa deixar fluir. Tem outros que a gente só precisa ver alguém sofrendo para não se sentir sozinho e perceber que há mais gente passando pelos mesmos problemas. Seja qual for o motivo, filmes para chorar dão conta do recado.

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Pensando nestes momentos, organizamos essa lista com 11 filmes para chorar até não poder mais. Claro, com a temática LGBT. Beba bastante água para não desitradar e boa maratona!

Adèle, de 'Azul é a cor mais quente', depois de ter visto nossa lista de filmes para chorar
Reprodução/La vie d'Adèle
Adèle, de 'Azul é a cor mais quente', depois de ter visto nossa lista de filmes para chorar


1. "Freeheld"

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Lançado no Brasil como "Amor por direito", "Freeheld" conta a história de um casal lésbico composto por Laurel Hester, vivida pela Julianne Moore, e por Stacie Andree, Ellen Page. Laurel descobre uma doença terminal e luta para que Stacie receba os benefícios de sua pensão após sua morte, uma vez que as autoridades não reconhecem o relacionamento homoafetivo.

2. "Como Esquecer"

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O nacional "Como esquecer" é estrelado por Ana Paula Arósio e conta a história de Júlia, que foi abandonada sem muitas explicações por sua parceira após um relacionamento de 10 anos. O drama, baseado no livro "Como Esquecer - anotações quase inglesas", mostra o processo de superação e de aceitação pelo qual a personagem tem de passar.

3. "Albert Nobbs"

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Para encontrar emprego na Irlanda do século XIX, Albert Nobbs, vivida por Glenn Close, veste-se como homem e constrói a vida sob a identidade masculina por 30 anos. Depois de conhecer uma mulher que também se traveste e é casada, Albert começa a ver a vida com outros olhos e passa a lutar pelo amor de uma colega de trabalho.

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4. "Pariah"

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Alike, interpretada por Adepero Oduye, é uma adolescente que precisa decidir se assume a própria sexualidade ou se continua dentro do armário, vivendo de acordo com as imposições que os pais colocam nela. O drama independente, apesar de contar uma história que já foi vivida pela maior parte da comunidade LGBT, não cai em clichês e carrega um tom crítico.

5. "Boys Don't Cry"

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Lançado como "Meninos não choram" no Brasil, o longa conta a juventude de Brandon Teena, homem trans estadunidense que foi brutalmente assassinado em um dos mais conhecidos crimes de ódio dos anos 1990. Hilary Swank conquistou o Oscar de melhor atriz por sua atuação como Brandon.

6. "Holding The Man"

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O longa australiano baseado nas memórias de Timothy Conigrave narra a trajetória do casal formado por John Caleo, interpretado por Craig Stott, e o próprio Tim, Ryan Corr. O relacionamento de John e Tim começa no ensino médio, quando se conhecem, e se desenrola entre idas e vindas, perspassando a descoberta do HIV e as consequências da doença na vida do casal.

7. "Boys On The Side"

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"Somente elas" é uma comédia-dramática que conta a vida de três amigas que se conheceram por acaso e ficaram juntas mesmo com todas as dificuldades que a vida colocou. A relação lésbica não é explícita, mas sutil.

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8. "Philadelphia"

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O clássico "Philadelphia", "Filadélfia" no Brasil, foi um dos primeiros longas-metragem a discutir o HIV, a AIDS e a homofobia nos Estados Unidos. Estrelado por Tom Hanks, como Andrew Beckett, e Denzel Washington, como Joe Miller, a história é sobre um advogado que foi demitido devido a sua sexualidade e por ser portador do vírus HIV e que contrata um advogado homofóbico para levar seu caso à corte.

9. "HaBuah"

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O filme franco-israelense "The bubble", "HaBuah" no original, conta a história de amor entre Noam (Ohad Knoller), israelense que mora na "bolha" Tel-Aviv, e Ashraf (Yousef Sweid), um palestino que vive ilegalmente na cidade. O "Romeu e Julieta" moderno mostra como o casal vai lutar pelo amor em uma zona de guerra.

10. "Before Night Falls"

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"Antes do anoitecer" narra a trajetória do escritor cubano Reinaldo Arenas (Javier Bardem), que acabou por ser perseguido após a revolução de Castro devido a sua sexualidade e teve de se exilar nos Estados Unidos.

11. "Gia"

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Baseado na história da modelo Gia Carangi (Angelina Jolie), o filme veio para o Brasil como "Gia - amor e destruição". Com abuso de drogas e violência, a trajetória da modelo marcou os anos 1986. Como "Boys don't cry" e "Holding the man", é uma história real  e entra como um dos filmes para chorar mais dolorosos de assistir.