Tim Cook, Michael Kors e Giorgio Armani circulam entre os mais ricos do mundo, sem medo de falar sobre sua sexualidade

Fazer parte de uma minoria, seja pela sua sexualidade, gênero, identidade de gênero, raça ou religião, significa enfrentar o preconceito diariamente em diversos ambientes em que circulamos, sendo o ambiente de trabalho um dos mais conservadores no quesito "respeito à diversidade".

No entanto, isso não deve ser um impedimento para correr atrás dos seus sonhos profissionais e mover montanhas para obter a carreira que você quer. E na nossa comunidade, temos bons exemplos de pessoas que chegaram aos mais altos cargos, e de áreas extremamentes conservadoras, como o mercado financeiro. Para provar isso, a revista norte-americana Advocate criou uma lista com as 14 pessoas LGBTs mais ricas do mundo.

É claro que, ao ver as pessoas que figuram a lista, podemos questionar o fato de muitos serem homens, brancos e nascidos em famílias ricas ou países desenvolvidos. Tudo isso, como bem sabemos, influencia nas oportunidades de desenvolvimento de carreira e de formação profissional. Nem por isso, porém, podemos desmerecer o fato de que eles saíram do armário publicamente e, consequentemente, colocam a nossa minoria em pauta no meio corporativo e na mídia.

Também é válido lembrar que muitos deles, como o cantor Elton John e o empresário Peter Thiel, criaram fundações de apoio à população LGBT e fazem generosas doações para ONGs que defendem a nossa comunidade. E isso acaba ajudando, direta ou indiretamente, a parcela dos LGBTs que não tem as mesmas oportunidades que eles tiveram.

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