Pastor Larry Tomczak criticou em artigo no "The Christian Post" a postura da comediante, que levaria atrações jovens a seu programa para atrair espectadores jovens e os influenciar

No monólogo inicial de seu programa na TV, "The Ellen DeGeneres Show", na quarta-feira (13), a apresentadora Ellen DeGeneres comentou artigo publicado seis dias antes no jornal religioso "The Christian Post". Segundo o pastor Larry Tomczak, o programa de Ellen, assim como o seriado musical "Glee", fazem "propaganda gay". 
Tomcazk argumentou que DeGeneres "comemora seu lesbianismo" e seu "casamento" entre aparições de convidados como Taylor Swift, que vão ao programa para atrair jovens, que ela então tenta influenciar com o seu discurso. 

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"Primeiro de tudo, eu não sou 'casada'", disse ela, imitando com as mãos o sinal de aspas. "Eu sou casada, isso é tudo", disse, sem usar as aspas. "E, Larry, eu nem sei o que significa 'celebrar' o meu lesbianismo . Quero dizer ... Bem, acho que eu sei", disse ela, tirando do bolso um aparato usado em festas para espalhar confetes e o detonando. "Olha! Eu sou gay! "

Depois de brincar um pouco e aconselhar que os jovens assistam programas antigos, como "I Love Lucy", ela ficou mais séria e disse: "A única maneira que tento influenciar as pessoas é a ser mais bondosas e tolerantes uns com os outros. Essa é a mensagem que eu transmito. Eu não tenho uma agenda." O público aplaudiu muito as palavras de Ellen, que continuou:

"Não estou aqui para fazer lavagem cerebral em ninguém", acrescentou, e voltou a brincar, pegando uma placa rotatória que formava desenhos psicodélicos e fingindo hipnotizar a plateia: "Atençao juventude do mundo, ouça o som da minha voz: eu quero que você viva sua vida sendo exatamente quem você é. Seja fiel a si mesmo, a coisa mais importante é ser verdadeiro consigo mesmo. E a segunda coisa mais importante é usar cuecas da grife Ellen, apenas cuecas da Ellen."


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