Faz 18 anos que a data foi instituída, desde que o 1º Seminário Nacional de Lésbicas (Senale) foi realizado em 1996 no Rio

Vange Leonel, feminista e ativista lésbica, foi homenageada em Brasília no dia da visibilidade lésbica
Reprodução
Vange Leonel, feminista e ativista lésbica, foi homenageada em Brasília no dia da visibilidade lésbica

A data é séria e fala de combate a toda espécie de preconceito de gênero, da luta contra a discriminação e a opressão. Vários eventos estão acontecendo pelo Brasil para discutir políticas de direitos humanos e casos de sucesso.

O 1º Seminário Nacional de Lésbicas, organizado em 1996 pelo Coletivo de Lésbicas do Rio de Janeiro (Colerj), teve um resultado simbólico: a letra L, de lésbicas, passou a fazer parte da sigla LGBT, firmando o compromisso do movimento homossexual com a pauta das lésbicas.

Parte das comemorações deste ano, na quinta-feira (28), em Brasília, a cantora paulistana Vange Leonel , morta aos 51 anos no último dia 14 de julho, recebeu uma homenagem. Além de cantora (Vange é a autora da música "Noite Preta", tema de abertura da novela "Vamp"), ela era escritora e colunista. Escreveu os livros "Lésbicas", "Baladas para as Meninas Perdidas" e "Grrrrls, Garotas Iradas", além da peça teatral "As Sereias de Rive Gauche" e foi autora da coluna GLS da Revista da Folha, do jornal "Folha de São Paulo".

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Mas já que as lésbicas estão merecendo visibilidade extra hoje, preparamos uma seleção de lésbicas lindas que merecem, e terão, visibilidade sempre.

Com todo o direito.



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