Rachel Pepe, de Nova Jersey, não é aceita de volta à escola depois de fazer a transição para menina. A escola se recusa a chamá-la pelo nome social e liberá-la para banheiro feminino

Rachel Pepe, adolescente transexual, é proibida de frequentar a escola vestida como menina
Reprodução
Rachel Pepe, adolescente transexual, é proibida de frequentar a escola vestida como menina

Uma menina transexual de 13 anos de idade foi proibida de frequentar a sua própria escola, a não ser que se vista como um menino.
Rachel Pepe , de Nova Jersey (EUA), já cursava a Thorne Middle School, mas foi informada de que não terá permissão de seguir na escola após a transição para o sexo feminino.

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Segundo sua mãe, Angela Peters , a escola exigiu que ela se vista como homem, se recusou-se a chamá-la de qualquer nome que não Brian, como consta em sua certidão de nascimento, e alegou que não poderia fornecer banheiros para ela.
"Eu disse 'que tal deixá-la ir ao banheiro no escritório da enfermaria?'", sugeriu a mãe. "Mas eles rejeitaram a idéia. Eles definitivamente não querem chamá-la de Rachel porque em sua certidão de nascimento o nome é Brian."

DEPRESSIVA ANTES DA TRANSIÇÃO

Angela Peters revelou que a adolescente tinha desenvolvido várias síndromes relacionadas ao stress, como depressão e ataques de pânico, antes de ser autorizada a transição. "Rachel foi à escola como Brian no semestre passado... Ela não está voltando como Brian porque a depressão iria começar de novo. Ela ia voltar para casa, chorar, dormir por 17 ou 20 horas e se recusar a voltar para lá."
A mãe de Rachel tentou transferí-la para uma escola particular, que teria mais condições de aceitar a adolescente, mas disse que o distrito se recusou a colaborar com os meios necessários para acomodá-la.
O superintendente do ensino médio de Nova Jersey, William O. George , disse que pretende se reunir com a família, acrescentando: "Nós, como um distrito, queremos fazer tudo o que pudermos.Cada criança é diferente e sua educação e bem estar social e emocional é a minha prioridade. Vamos trabalhar com eles para encontrar a posição mais adequada. "
No entanto, Michael Silverman, do Fundo Legal de Defesa e Educação dos Trangêneros, disse: "Se o desejar, certamente a família tem meios legais para processar a escola pública. A família teria um forte argumento contra a discriminação."

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