"Já vi uma Copa do Mundo, agora verei as Olimpíadas, um dia quero ver a olimpíada gay no Brasil", diz empresário Flávio Cavalcanti, criador de time de vôlei campeão

O nadador Paulo Figueiredo já participou de sete edições dos Gay Games e tem 53 medalhas
Reprodução/Fantástico
O nadador Paulo Figueiredo já participou de sete edições dos Gay Games e tem 53 medalhas

Encerrados neste sábado (16), em Cleveland (EUA), os Gay Games foram mais uma vez a celebração da diversidade. Criada em 1982 para incentivar a inclusão, a olimpíada tem regras bem permissivas para as equipes. Para começar, atletas de diferentes países podem compor um mesmo time. As inscrições estão abertas para todos, gays ou heterossexuais. Homens e mulheres, gays ou não, podem estar na mesma equipe. 

Segundo a organização, sete mil atletas, de 51 países, disputaram 36 modalidades em oito dias de competição.

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O nadador Paulo Figueiredo sorri depois de finalizar uma das provas de natação
Reprodução/Fantástico
O nadador Paulo Figueiredo sorri depois de finalizar uma das provas de natação

O nadador brasileiro Paulo Figueiredo se destacou mais uma vez. Esta é a sétima vez que ele participa dos Gay Games. Com as oito medalhas que conquistou em Cleveland, ele agora tem 53. “É uma competição internacional como qualquer outra, que respeita as pessoas pelo que elas são, sem qualquer preconceito”, disse Paulo em entrevista ao "Fantástico".


O nadador Paulo Figueiredo dá entrevista para o
Reprodução/Fantástico
O nadador Paulo Figueiredo dá entrevista para o "Fantástico" depois de conquistar mais uma medalha

Um time de brasileiros ficou com a medalha de prata no vôlei. Criador do time há 16 anos, o empresário Flávio Cavalcanti quer ver os Gay games no Brasil. “Já vi uma Copa do Mundo, verei uma Olimpíada, agora quero ver Jogos Olímpicos gays no Brasil”, diz.

Os Gay Games de 2018 já têm dono: Paris.


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