Deputado Jean Wyllys analisa denúncias do ex-assessor de Marco Feliciano contra o pastor e acredita que a partir delas a Comissão dos Direitos Humanos e Minorias retome sua vocação original. "Uma pessoa como essa não merece respeito", diz ele. Assista ao video

No dia 7 de março de 2013, o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) foi eleito presidente da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias. Sua escolha foi imediatamente contestada por parlamentares e ativistas dos direitos humanos, que classificaram Feliciano como racista e homofóbico, a partir de declarações do pastor divulgadas nas redes sociais.

Assessor do deputado até dezembro passado, quando foi demitido, Wellington de Oliveira decidiu falar contra seu ex-chefe. Confirmou a existência de aos menos 11 funcionários fantasmas no gabinete de Feliciano e declarou que é sua a autoria - antes negada, segundo ele por orientação da equipe do pastor - do video veiculado em março passado com acusações contra políticos seus opositores. Um dos alvos do ataque foi o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), colunista do iGay , acusado de ter "preconceito contra cristãos". O video se refere às manifestações contra o pastor como "rituais macabros".

CURTA O IGAY NO FACEBOOK

Em video, Jean Wyllys explica ao iG as medidas que foram tomadas por ele - e outras vítimas do ataque de Marco Feliciano - para investigar o que ele classifica de "difamação orquestrada" e "estratégia de desconstrução e incitação à violência". Assista:



    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.