Tendo sua vida restrita pela lei antigay da Rússia, homossexuais locais vivem em guetos e se divertem em shows de drag queens

AP

É noite de sábado no cabaré Mayak, a discoteca na cidade russa de Sochi está completamente lotada. Mas os homens e mulheres homossexuais que estão lá relutam em falar sobre a lei aprovada no ano passado na Rússia, que restringe drasticamente os direitos da população LGBT. Os frequentadores preferem se divertir a debater a legislação, mesmo que restritos a um gueto.  

Por volta de cem pessoas estão no bar, conversando sentada em poltronas ou dançando na pista. Alguns casais trocam beijos Todos eles aguardam o  início da grande atração da casa: o show das drag queens.

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A autoridades russas insistem em dizer que a legislação russa visa proteger as crianças de influências nocivas. No entanto, os ativistas LGBT rebatem, dizendo que a lei na verdade fomenta a homofobia na Rússia.

Governantes, personalidades e artistas têm confrontado o presidente russo Vladimir Putin com perguntas sobre discriminação gay no país. Apesar de dizer que os homossexuais são bem-vindos em seu país, o líder russo já comparou a homossexualidade a pedofilia.  



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