Achado no centro paulistano, o corpo de Kaique Augusto Batista dos Santos estava gravemente ferido

O Largo do Arouche, no centro de São Paulo, foi o ponto de concentração de manifestantes que protestaram contra a morte brutal do jovem de Kaique Augusto Batista dos Santos , nesta sexta-feira (17). Com cartazes e faixas, o grupo de pessoas pedia que o caso fosse esclarecido pelas autoridades.

Do no Largo do Arouche, os manifestantes pretendiam ir até a Avenida 9 de Julho, onde fica a Coordenação de Políticas para LGBT, órgão da prefeitura de São Paulo. Foi lá também que o corpo de Kaique foi encontrado na madrugada do último sábado (11).

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Kaique tinha apenas 16 anos e foi encontrado com o rosto totalmente desfigurado e sem os dentes na boca. Além disso, o corpo do rapaz apresentava vários traumatismos e uma lança estava dentro de uma das pernas dele. 

Inicialmente registrada como suicídio pela Polícia Civil de São Paulo, a morte gerou fortes suspeitas de se tratar de um crime de homofobia.

Kaique havia sido visto vivo pela última vez numa festa na Praça da República, no centro paulistano. Ele teria dito aos amigos que havia perdido carteira, documentos e celular. Ao sair do evento para procurar os seus pertences, o jovem teria se perdido do seu grupo.

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