Em entrevista no ar na quarta (30) no "Gabi Quase Proibida", transexual conta que se vestir de mulher funciona como terapia e que hoje em dia se fala mais de sexo do que se faz

Nany People falou de abstinência sexual e de coração partido no programa
Carol Soares/SBT
Nany People falou de abstinência sexual e de coração partido no programa "Gabi Quase Proibida"

Transexual com maior destaque no showbiz brasileiro, Nany People ocupa o seu espaço sem decepcionar. É só dar voz à atriz, humorista e apresentadora que ela se garante. Entrevistada por Marília Gabriela para o "Gabi Quase Proibida" que vai ao ar nesta quarta (30) no SBT, ela mais uma vez disse a que veio falando de sexualidade, transexualidade, questões ligadas à troca de gênero e romance. "Fornicava-se muito mais do que se mostrava e hoje se mostra muito mais do que se fornica”, disse ela, entre outras frases destacáveis.

Confira as melhores:

Cheiro de carne

"Tenho fetiche por mão, mão de açougueiro, dorsos, sovacos"

Cabelo e make

"Vestir-se de mulher é uma terapia"

Transexualidade e prostituição

"A maioria das pessoas que viram transexuais acaba caindo na prostituição porque não têm um preparo familiar e não estudam"

Carola

"Sou muito “rezadeira”, eu rezo muito"

Decadence avec elegance

"Sou de uma geração em que ser gay era sinônimo de intelectualidade. Houve um emburrecimento dessa classe"

Impedimento

"Não tive um programa de TV até hoje por causa da minha condição (transexual). Um diretor já me falou isso uma vez"

Fórmula

"Descobri aos 45 anos que sexo é química e amor é matemática"

Abstinência

"Fiquei oito meses sem “dar um tiro na coruja”. Passei o carnaval todo sem"

Amor perdido

"Eu me refaço rápido. Posso chorar a noite toda, mas de manhã estou fina no delineador"



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